Jornadas “portas abertas à intercompreensão”

Estão a decorrer, nos dias 28 e 29 de Abril (quarta e quinta-feira), as primeiras jornadas on-line “portas abertas à intercompreensão”.

Conforme anunciado, estão a ser dinamizados, pelos membros do projecto Galapro, vários temas de discussão em torno da temática da intercompreensão, relacionados com a formação de formadores. A “visita guiada” à plataforma de formação é feita, através da difusão, em primeira mão, de um vídeo que guiará os participantes através dos bastidores da formação (espaços de comunicação e de trabalho, instrumentos de auto-formação, …).

A participação é livre e não é preciso fazer qualquer registo prévio.

Os fóruns abertos até ao momento são:

A sessão de formação em Galapro (com visionamento de vídeo de apresentação da plataforma)

Le concept d’intercompréhension en débat

La didactique de l’intercompréhension

O valor formativo da intercompreensão: vozes de alunos e de professores

L’intercompréhension et l’interculturel

Interacções plurilingues e intercompreensão

Aberturas e barreiras à Intercompreensão em contexto escolar

Boas discussões!

4 Responses to “Jornadas “portas abertas à intercompreensão””

  1. Arlette Says:

    Je crois que l’attitude envers les langues que l’approche d’intercompréhension permet et le concept d’intercompréhension dans le vécu de chacun est intéressant. En plus d’un concept théorique, c’est aussi un concept d’expérience. Nombreux ont été les participants qui l’ont souligné.

  2. smelopt Says:

    E as participações continuam hoje a mostrá-lo, nas discussões em curso, Arlette. O sucesso das Jornadas mostra o quanto os participantes “sentem a intercompreensão”, porque não é algo que lhes passa ao lado: está nas suas vidas. Há muitos participantes a deixarem testemunhos de histórias reais de intercompreensão, nas situações mais diversas.

  3. IscianeM Says:

    Oui et je crois que nous en avons tous fait l’expérience. Nous avons tous été surpris un jour de comprendre (ou presque) une personne que ne parlait pas notre langue. Nous ne nous imaginons pas toutes les stratégies que nous sommes capables de mettre en oeuvre pour comprendre la langue et la culture de l’autre.

  4. Ginette Chamart Says:

    J’ai compris qu’il y avait un potentiel énorme dans le domaine de l’intercompréhension (je ne connaissais pas le terme à l’époque) quand l’ambassadeur de France en visite officielle à l’institut où j’enseignais le FLE avait fait distribuer au préalable la traduction en anglais de son discours. Mes étudiants débutants présents à la réception s’étaient précipités pour me dire avec de grands yeux qu’ils avaient tout compris! Cette excitation là dans les yeux des élèves, c’est une expérience qu’on n’oublie pas.

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